terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

DPOC


Doença Pulmonar Obstrutiva
A alteração subjacente na maioria desses pacientes é o enfisema, mas ocasionalmente pacientes com bronquite crônica são transplantados. Pode tratar-se de enfisema tabágico ou devido à deficiência de µ 1-antitripsina. A deficiência de µ 1-inibidores de protease associa-se a uma ausência de proteção contra elastase dos neutrófilos no trato respiratório inferior. Pacientes com essa afecção podem ser excelentes candidatos para o transplante devido à sua pouca idade e à ausência de outro comprometimento orgânico. Não está esclarecido qual o efeito da persistência da deficiência de µ 1-antitripsina no pulmão transplantado.
A doença obstrutiva é a desordem subjacente na maioria dos transplantes pulmonares duplos. Com o passar dos anos, tem-se realizado o transplante pulmonar único em enfisematosos com bons resultados

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

NOSSO CASO E DESESPERADOR.

poxa hj tivemos uma reunião, no HC e nao foi nada aminadora sinceramente nosso caso é bem desesperador, se quisermos viver teremos sim que sair de MG, e ir pro sul ou SP. um absurdo em 9 anos de transplante de pulmão, foram realizado só 17 e 5 vivos DR: Nilson respondeu isso hj pra gente na reunião.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

HOJE

HOJE EU QUERIA SÓ UM ABRAÇO, DAQUELE APERTADO, BEM APERTADO MESMO, DAQUELE DE FICAR DEITADA QUIETINHA, DAQUELE QUE TE PROTEGE DE TUDO.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Rede vai aumentar captação de órgãos em Minas


Rede vai aumentar captação de órgãos em Minas

Em 60 dias, nove cidades irão receber unidades das Opos, que preveem equipes médicas para vigilância de casos de morte encefálica em hospitais


Começa a sair do papel, com um ano de atraso, a implantação do serviço que vai aumentar a captação de órgãos para transplante em Minas Gerais. Em 60 dias, nove cidades mineiras irão receber unidades das Organizações de Procura de Órgãos (Opos), que preveem a formação de equipes médicas para vigilância de casos de morte encefálica em hospitais.

Segundo o coordenador geral do MG Transplantes, Charles Simão Filho, o projeto foi aprovado pelo Ministério da Saúde e receberá investimento de R$ 200 mil para implantação (R$ 20 mil para cada município). O mesmo valor será repassado ao Estado, mensalmente, para a manutenção do programa. A capital mineira será contemplada com duas unidades. As demais cidades são Montes Claros, Betim, Pouso Alegre, Governador Valadares, Juiz de Fora, Ipatinga, Uberaba e Uberlândia.

“As Opos são os braços operacionais do MG Transplantes, que vão desde a busca dos órgãos pela Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes até a abordagem com os familiares. Depois disso, notificam a rede para agilizar a doação e o transplante”, explica Charles Filho. Segundo ele, ainda não foram contratados funcionários para trabalhar no projeto. No entanto, algumas equipes já estão recebendo treinamento.

Segundo o coordenador, o atraso ocorreu em função da burocracia e de um levantamento minucioso das unidades hospitalares que poderiam receber o serviço. “Pedimos 11 estações, mas a União fechou em dez. Além disso, fizemos uma análise de 618 hospitais no Estado e identificamos 177 que poderiam receber uma estação das Opos. Estávamos avaliando que unidades iriam receber o investimento e como administrá-las”, conta.

Com as Opos, espera-se aumentar o número de transplantes no Estado. Enquanto o crescimento no Brasil foi de 11% ao ano, Minas registrou um aumento de apenas 3%. Em 2011, o Estado realizou 2.192 operações, contra 2.115 no ano anterior. Segundo Charles Filho, atualmente são feitas dez doações de órgãos para cada milhão de habitantes. Com o programa, a expectativa é chegar a 14 doações por milhão até o fim de 2013.

O órgão campeão de transplantes em Minas Gerais é a córnea. Em 2011, foram 2.192 cirurgias. Em segundo lugar, está o transplante de rins, com 482 procedimentos. Em terceiro e quarto lugares, os de medula óssea e fígado, com 95 e 78 cirurgias, respectivamente.



Tags:  transplante, doação de órgãos

turminha boa da fila do tranplante

todos guerreiros

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Transplantes e doações - Parte 3

Transplantes e doações - Parte 2

Transplantes e doações - Parte 1

fisioterapia

eu na minha fisioterapia devagarzinho to chegando la andava 5 mim agora ja ando 30 mim devargarzinho mas ando



comemoração do aniversario e saída da fila do tx

essa ai é Marlene uma amiga que chegou no hospital das clinicas e fazendo sua fisioterapia bem feita o dr: Bruno tirou ela da fila do transplante graças a Deus ela esta bem melhor, vai continuar em outra ala, a sua fisioterapia, para nao ter o risco de voltar a entrar na fila, estava no HC comemorando o seu aniversario e a despedida dos amigos, peninha nao estar la adoro ela mas meu horario é de tarde bjocas Marlene adoro vc. felicidades e que Deus te proteja .e la no fundinho nossa amiga Celia Medeiros, e Roberto Marcio e sua esposa Antonia.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

DPOC


DPOC - Doença Pulmonar Obstrutiva crônica

O que é?

A doença pulmonar obstrutiva crônica é uma doença crônica dos pulmões que diminui a capacidade para a respiração.
A maioria das pessoas com esta doença apresentam tanto as características da bronquite crônica quanto as do enfisema pulmonar. Nestes casos, chamamos a doença de DPOC. Quando usamos o termo DPOC de forma genérica, estamos nos referindo a todas as doenças pulmonares obstrutivas crônicas mais comuns:

  • Bronquite crônica;
  • Enfisema pulmonar;
  • Asma brônquica;
  • Bronquiectasias.

No entanto, na maioria das vezes, ao falarmos em DPOC propriamente dito, nos referimos à bronquite crônica e ao enfisema pulmonar.
A bronquite crônica está presente quando uma pessoa tem tosse produtiva (com catarro) na maioria dos dias, por pelo menos três meses ao ano, em dois anos consecutivos.
Mas outras causas para tosse crônica, como infecções respiratórias e tumores têm que ser excluídas para que o diagnóstico de bronquite crônica seja firmado.

O enfisema pulmonar está presente quando muitos alvéolos nos pulmões estão destruídos e os restantes ficam com o seu funcionamento alterado.
Os pulmões são compostos por incontáveis alvéolos, que são diminutos sacos de ar, onde entra o oxigênio e sai o gás carbônico.
Na DPOC há uma obstrução ao fluxo de ar, que ocorre na maioria dos casos, devido ao tabagismo de longa data.
Esta limitação no fluxo de ar não é completamente reversível e, geralmente, vai progredindo com o passar dos anos.

Como se desenvolve

DPOC se desenvolve após vários anos de tabagismo ou exposição à poeira (em torno de 30 anos), levando a danos em todas as vias respiratórias, incluindo os pulmões.
Estes danos podem ser permanentes. O fumo contém irritantes que inflamam as vias respiratórias e causam alterações que podem levar à doença obstrutiva crônica.

O que se sente

Os sintomas típicos de DPOC são:

  • Tosse;
  • Produção de catarro;
  • Encurtamento da respiração.

Algumas pessoas desenvolvem uma limitação gradual aos exercícios, mas a tosse somente aparece eventualmente.
Outras costumam ter tosse com expectoração (catarro) durante o dia, principalmente pela manhã, e tem maior facilidade de contrair infecções respiratórias.
         Neste caso, a tosse piora, o escarro (catarro) torna-se esverdeado ou amarelado, e a falta de ar poderá piorar, surgindo, às vezes, chiado no peito.

À medida que os anos passam e a pessoa segue fumando, a falta de ar vai evoluindo. Pode começar a aparecer com atividades mínimas, como se vestir ou se pentear, por exemplo.
Algumas pessoas com DPOC grave poderão apresentar uma fraqueza no funcionamento do coração, com o aparecimento de inchaço nos pés e nas pernas.

Como o médico faz o diagnóstico

O médico faz o diagnóstico baseado nas alterações identificadas no exame físico, aliado às alterações referidas pelo paciente e sua longa exposição ao fumo. O médico poderá, ainda, solicitar exames de imagem ou de função pulmonar, além de exames de sangue. Todos estes exames complementares irão corroborar o diagnóstico de DPOC.

Os exames de imagem, como a radiografia ou a tomografia computadorizada do tórax mostrarão alterações características da doença.
A espirometria, que é um  exame que demonstra como está a  função  pulmonar, usualmente demonstra a diminuição dos fluxos aéreos.
Neste exame, a pessoa puxa o ar fundo e assopra num aparelho que medirá os fluxos e volumes pulmonares.
Outro exame importante é a gasometria arterial, em que é retirado sangue de uma artéria do paciente e nele é medida a quantidade de oxigênio. Nas pessoas com DPOC, a oxigenação está frequentemente diminuída.

Como se trata

A primeira coisa a fazer é parar de fumar. Nas pessoas com muita dificuldade para abandonar o fumo, podem ser utilizadas medicações que diminuem os sintomas causados pela abstinência deste.   
Os broncodilatadores são medicamentos muito importantes no tratamento.

O uso de oxigênio domiciliar também poderá ser necessário no tratamento da pessoa com DPOC, melhorando a qualidade e prolongando a vida do doente.  
Além disso, a reabilitação pulmonar através de orientações e exercícios também poderá ser indicada pelo médico com o intuito de diminuir os sintomas da doença, a incapacidade e as limitações do indivíduo, tornando o seu dia-a-dia mais fácil.

Devemos lembrar a importância da vacinação contra a gripe (anual) e pneumonia, que, geralmente, é feita uma única vez.

Fonte: Site do Transplante Pulmonar
Publicado posteriormente na 1º Edição da Revista do Transplannte Pulmonar Digit@l.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

ontem tive uma experiencia terrível estava sozinha em casa, começou a chover mto mto e a energia faltou, ai fiquei sem o oxigênio, por quase 45 mim, isso foi me apavorando ja nao sabia o que fazer? ligava  na cemig e nada de conseguir, passou um pouco ela voltou, mas a noite se repetiu de novo, fiquei mais de 30 mim, ai sim veio o desespero total toda hora ia e voltava, e tinha mto medo de dormir, pois se eu dormisse poderia acabar a energia e se eu nao visse, ia ficar sem o oxigênio tive mto medo de morrer nossa como é ruim isso passar por isso ainda bem que minha filha tava do meu lado e me acalmava como sempre fez. obrigada Deus por mais um dia, obrigada filha por existir na minha vida .

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

ontem eu fiz uma fisioterapia tao boa, tao tranquila e nao cansei quase nada, graças a Deus, fiz 30min de esteira e pela primeira vez fiz bem sem ficar mto mto cansada isso é um benção bom demais to ate mais animada bjocas a todos