sou Ninõn Morato tenho 45 anos tenho DPOC deficiência de alfa 1 a 13 anos diagnosticada e venho lutando ate hoje, estou em tratamento no hospital das clinicas em Belo Horizonte, e estou na fila de transplante ,preciso fazer algo não posso ficar parada, em BH saiu um transplante de pulmão, ano passado em outubro, o próximo saiu agora em setembro então!!! um pulmão por ano!!!! não podemos ficar esperando temos que dar um jeito só não sei como fazer. não tenho esse tempo.
terça-feira, 19 de março de 2013
domingo, 17 de março de 2013
sexta-feira, 15 de março de 2013
quarta-feira, 13 de março de 2013
terça-feira, 12 de março de 2013
protocolor novo da DPOC
Após recente revisão da diretriz global de tratamento da doença, que preconiza a prevenção das crises para diminuir a progressão da DPOC, o Ministério da Saúde abre consulta pública para atualizar o protocolo clínico local
Recentemente, o Ministério da Saúde anunciou a abertura da consulta pública que discute a atualização do primeiro protocolo clínico de tratamento da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), problema inicialmente silencioso e progressivo que acomete os pulmões e compromete a capacidade respiratória e a qualidade de vida. O objetivo é atualizar o documento e incluir novos tratamentos para a doença que atualmente afeta oito milhões de brasileiros.
Esse é um avanço muito importante e será uma boa oportunidade para os brasileiros opinarem e contribuírem para a melhoria da conduta terapêutica da DPOC, que certamente terá um reflexo muito positivo na qualidade de vida dos pacientes, enfatiza o pneumologista Roberto Stirbulov, presidente da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia.
A iniciativa brasileira de rever o protocolo local de tratamento ocorre pouco tempo depois da divulgação da nova diretriz do GOLD The Global Initiative for Obstructive Lung Disease (Iniciativa Global para a Doença Pulmonar Obstrutiva), que uniformiza os padrões de tratamento da doença em todo o mundo. A nova conduta global de tratamento foi discutida recentemente em um encontro científico em Berlim (Alemanha), que reuniu mais de 600 médicos de diversos países, incluindo o Brasil. O novo relatório preconiza uma abordagem mais individualizada sobre o histórico clínico do paciente e passa a considerar, além da capacidade respiratória, o risco de crise como um fator importante para determinar o tipo de tratamento mais adequado para cada indivíduo.
As versões anteriores do GOLD classificavam os pacientes com DPOC com base exclusivamente na função pulmonar, medida por meio de um teste chamado espirometria, um exame simples e indolor que mede a quantidade de ar que entra e sai dos pulmões, numa escala com quatro níveis: leve, moderada, grave e muito grave.
A edição revisada classifica os pacientes em quatro grupos: A (menos sintomas, baixo risco de exacerbações e outros eventos negativos), B (mais sintomas, baixo risco de exacerbação), C (menos sintomas, alto risco de exacerbação) e D (mais sintomas, alto risco de exacerbação). O relatório recomenda tratamentos específicos para cada um desses grupos e também orienta que os médicos combinem os resultados da espirometria com a gravidade dos sintomas e os antecedentes de exacerbações (crises), a fim de chegar a um diagnóstico mais preciso.
Segundo Stirbulov, a espirometria é essencial para o diagnóstico da DPOC, mas ela é insuficiente para avaliar o real impacto da doença no indivíduo. Essa revisão no protocolo de tratamento favorece um diagnóstico mais preciso, que permite um tratamento individualizado, além de ser uma importante estratégia para reduzir a progressão da doença, ressalta o especialista.
A partir de agora, mesmo os pacientes que apresentam poucos sintomas e tenham capacidade pulmonar considerada boa, desde que tenham apresentado mais de duas exacerbações no último ano, podem aderir à nova conduta de tratamento, que preconiza o uso de medicamentos que reduzem o componente inflamatório e previnem as crises que, em casos mais graves, podem levar o paciente à morte.
Para os pacientes B (altamente sintomáticos, mas com baixo risco de crises), por exemplo, o tratamento será baseado na associação de broncodilatadores beta adrenérgicos e anti-colinérgicos. Para os pacientes C e D, com grande potencial de risco para exacerbações, está recomendado o uso crônico de anti-inflamatórios, como os corticoides inalatórios e os inibidores de PDE4 (roflumilaste), incluídos de forma enfática nesse novo documento.
Roflumilaste, comercializado no Brasil com o nome de Daxas®, é o primeiro fármaco da nova classe, os inibidores da fosfodiesterase 4 (PDE4). Atua com foco na inflamação específica da DPOC como terapia associada aos medicamentos sintomáticos. Sua ação ajuda a diminuir as exacerbações, retardando a progressão da doença, com qualidade de vida e aumento do tempo de sobrevida dos pacientes.
Considerar as exacerbações como um critério importante na definição do tratamento mais adequado para cada paciente é um avanço muito importante no manejo da doença e aumenta as chances de melhora na qualidade de vida do paciente, uma vez que oferece uma abordagem mais precisa e nos ajuda a adotar a melhor conduta terapêutica para cada caso, reitera Clystenes Soares Silva, pneumologista e professor de Pneumologia da Escola Paulista de Medicina, da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).
Sobre a DPOC
A DPOC é uma lesão pulmonar irreversível, que provoca cansaço, tosse e falta de ar e manifesta-se, normalmente, em adultos com mais de 40 anos. Com o tempo, até mesmo mínimos esforços cotidianos, como subir um lance de escada ou tomar banho, tornam-se difíceis para o portador da doença. Apesar de não ter cura, a DPOC é tratável e pode ser prevenida, evitando-se o tabagismo e inalação de poluentes. Embora o principal fator de risco seja o tabagismo, a DPOC também pode ser causada pela inalação contínua de outras substâncias tóxicas, como fumaça provocada por queimadas, lareiras e incineração de lixo.
A OMS prevê que a DPOC se tornará a terceira maior causa de morte no mundo até 2030, perdendo apenas para o acidente vascular cerebral (AVC) e a doença isquêmica do coração. No Brasil, a DPOC mata 33 mil pessoas por ano e deve se tornar a terceira causa de morte até 2030, segundo o Datasus.
Os tratamentos disponíveis atualmente aliviam os sintomas, ajudam a evitar as crises e permitem que os pacientes possam participar plenamente da vida diária.
Saiba mais sobre a consulta pública brasileira:
Médicos e especialistas poderão opinar e contribuir com o lançamento do primeiro protocolo federal para o tratamento da DPOC no sistema público de saúde. Essa possibilidade é uma iniciativa organizada pelo Ministério da Saúde, em virtude da necessidade de serem incentivadas discussões que possam impactar positivamente na qualidade de vida dos milhões de brasileiros que sofrem de DPOC, uma das principais causas de mortalidade no País. A consulta pública sobre DPOC estará aberta para sugestões dos especialistas até o dia 16 de junho no www.saude.gov.br/sas.
Médicos e especialistas poderão opinar e contribuir com o lançamento do primeiro protocolo federal para o tratamento da DPOC no sistema público de saúde. Essa possibilidade é uma iniciativa organizada pelo Ministério da Saúde, em virtude da necessidade de serem incentivadas discussões que possam impactar positivamente na qualidade de vida dos milhões de brasileiros que sofrem de DPOC, uma das principais causas de mortalidade no País. A consulta pública sobre DPOC estará aberta para sugestões dos especialistas até o dia 16 de junho no www.saude.gov.br/sas.
Informações sobre a Takeda
Sediada em Osaka, Japão, a Takeda é uma companhia global orientada para pesquisas, com foco principal em produtos farmacêuticos. Na qualidade de maior companhia farmacêutica do Japão e por ser uma das líderes globais da indústria farmacêutica, a Takeda se compromete a trabalhar para melhorar a saúde dos pacientes de todo o mundo por meio de inovação de vanguarda na área médica. Há informações adicionais sobre a Takeda no site corporativo da empresa www.takeda.com
Sediada em Osaka, Japão, a Takeda é uma companhia global orientada para pesquisas, com foco principal em produtos farmacêuticos. Na qualidade de maior companhia farmacêutica do Japão e por ser uma das líderes globais da indústria farmacêutica, a Takeda se compromete a trabalhar para melhorar a saúde dos pacientes de todo o mundo por meio de inovação de vanguarda na área médica. Há informações adicionais sobre a Takeda no site corporativo da empresa www.takeda.com
INFORMAÇÕES SOBRE O MEDICAMENTO DAXAS
DAXAS® – roflumilaste
USO ORAL/ USO ADULTO
Apresentações e composição: Comprimidos revestidos com 500 mcg de roflumilaste. Embalagens com 30 unidades.
Indicações: para o tratamento de manutenção de pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) grave (VEF1 pós-broncodilatador < 50% do predito) associada com bronquite crônica (tosse e expectoração crônicas) que apresentam histórico de exacerbações (crises) freqüentes, em complementação ao tratamento com broncodilatadores.
Contra-indicações: Este medicamento não deve ser usado por pacientes com hipersensibilidade ao roflumilaste ou a qualquer dos componentes da formulação. Este medicamento é contra-indicado para pacientes com insuficiência hepática moderada e grave (classes B e C de Child-Pugh), pois não existem estudos sobre o uso do roflumilaste nestes pacientes.
Precauções e advertências: DAXAS® deve ser administrado exclusivamente pela via oral. DAXAS® não está indicado para melhora de broncoespasmos agudos. Cada comprimido de DAXAS® contém 199 mg de lactose. Perda de peso: nos estudos de 1 ano (M-124, M-125), uma diminuição no peso corporal ocorreu mais freqüentemente em pacientes tratados com DAXAS® comparativamente aos pacientes que receberam placebo. Depois da descontinuação do DAXAS®, a maioria dos pacientes recuperou o peso corporal após 3 meses. Na ocorrência de uma inexplicada e pronunciada perda de peso, a administração de DAXAS® deve ser descontinuada, se julgado necessário. Intolerância persistente: apesar das reações adversas como diarréia, náusea, dor abdominal e cefaléia serem transitórios e resolverem espontaneamente com a manutenção do tratamento, o tratamento com DAXAS® deve ser revisto em caso de intolerância persistente. Gravidez e Lactação: as informações disponíveis sobre o uso de DAXAS® em gestantes são limitadas, mas não indicaram eventos adversos do roflumilaste sobre a gestação ou sobre a saúde do feto/recém-nato. Não são conhecidos outros dados epidemiológicos relevantes. Estudos em animais demonstraram toxicidade reprodutiva. O risco potencial para humanos ainda não está estabelecido. DAXAS® não deve ser administrado durante o período gestacional. É possível que roflumilaste e/ou seus metabólitos sejam excretados no leite materno durante a amamentação; estudos em animais (ratos) em fase de amamentação detectaram pequenas quantidades do produto e dos seus derivados no leite dos animais. Categoria B de risco na gravidez Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que estejam amamentando sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Pacientes idosos: os cuidados de uso de DAXAS® por pacientes idosos devem ser os mesmos para os demais pacientes; não são recomendados ajustes na dosagem da medicação. Pacientes pediátricos (crianças e adolescentes menores de 18 anos de idade): o produto não é recomendado para uso neste grupo de pacientes, pois não são disponíveis dados sobre a eficácia e a segurança da administração oral de DAXAS® nesta faixa etária. Pacientes com insuficiência hepática: não é necessário ajuste da dosagem em pacientes com insuficiência hepática leve (classe A de Child-Pugh). No entanto, para pacienets com insuficiência hepática moderada ou grave (classes B e C de Child-Pugh), o uso deste medicamento não é recomendado pois não existem estudos sobre o seu uso nestes pacientes. Pacientes com insuficiência renal: não é necessário ajuste da dose em pacientes com insuficiência renal crônica. Pacientes fumantes com DPOC: não é necessário ajuste da dose. Efeitos na habilidade de dirigir e operar máquinas: É improvável que o uso deste medicamento tenha qualquer efeito na capacidade de dirigir veículos ou de usar máquinas. Pacientes portadores de doenças imunológicas graves, infecciosas graves ou tratados com imunossupressores: o tratamento com DAXAS® não deve ser iniciado ou deve ser suspenso nestes casos. Pacientes portadores de insuficiência cardíaca classes III e IV (NYHA): não existem estudos nesta população de pacientes, poratnto o uso neste grupo não é recomendado. Pacientes portadores de doenças psiquiátricas: DAXAS® não está recomendado em pacientes com histórico de depressão associada com ideação ou comportamento suicida. Os pacientes devem ser orientados a comunicar seu médico caso apresentem alguma ideação suicida.
Interações medicamentosas: Estudos clínicos de interações medicamentosas com inibidores do CYP3A4 (eritromicina e cetoconazol) não resultaram em aumentos da atividade inibitória total de PDE4 (exposição total ao roflumilaste e ao N-óxido roflumilaste). Estudos de interações medicamentosas com o inibidor do CYP1A2 fluvoxamina e com os inibidores duplos CYP3A4/1A2 enoxacina e cimetidina resultaram em aumentos na atividade inibitória total de PDE4. Desta forma, deve ser esperado um aumento de 20% a 60% na inibição total de PDE4 quando o roflumilaste for administrado concomitantemente com potentes inibidores do CYP1A2, como a fluvoxamina, enquanto não são esperadas interações com os inibidores do CYP3A4 como o cetoconazol. Não são esperadas interações medicamentosas clinicamente relevantes. A administração de rifampicina (um indutor enzimático de CYP450) resultou em uma redução na atividade inibitória total de PDE4 de cerca de 60% e o uso de indutores potentes do citocromo P450 (como fenobarbital, carbamazepina, fenitoína) pode reduzir a eficácia terapêutica do roflumilaste. Não
INFARTO FEMININO MATA PORQUE É DIFERENTE
REPASSANDO...
INFARTO FEMININO MATA PORQUE É DIFERENTE:
Sabendo (marido e filhos também), evita-se mortes na família.
Comente, pois valerá uma vida, quando precisar.
"... Ela comentou que não se sentia bem ... Doíam-lhe as costas ... foi deitar-se um pouco até que passasse. Mais tarde, quando fui ver como ela estava, encontrei-a sem respiração: não a puderam reviver..."
Isso foi o que comentou o marido dela com o médico, no Hospital.
Eu sabia que os ataques cardíacos nas mulheres são diferentes, mas nunca imaginei nada como isto.
Sabias que os ataques cardíacos nas mulheres raramente apresentam os mesmos sintomas dramáticos que anunciam o infarto nos homens ? Refiro-me à dor intensa no peito, o suor frio e o desfalecimento (desmaio, perda de consciência) súbito que eles sofrem e que vemos representados em muitos filmes.
Para que saiba como é a versão feminina do infarto, uma mulher que experimentou um ataque cardíaco vai-nos contar a sua história:
'Eu tive um inesperado ataque do coração por volta de 22h30, sem haver feito nenhum esforço físico exagerado nem haver sofrido algum trauma emocional que pudesse desencadeá-lo.
Estava sentada muito agasalhadinha, com meu gato nos joelhos e vendo novela.
Um pouco mais tarde, senti uma horrível sensação de indigestão, como quando estando com pressa - comemos um sanduíche, engolindo-o com pouca água.
Esta foi minha sensação inicial... O único problema era que eu NÃO HAVIA comido NADA desde as 17h00...
Depois, desapareceu esta sensação e senti como se alguém me apertasse a coluna vertebral (pensando bem, agora acredito que eram os espasmos em minha aorta). Logo, a pressão começou a avançar para o meu esterno (osso de onde nascem as costelas no peito). O processo continuou até que a pressão subiu à garganta e a sensação correu, então, até alcançar ambos os lados de meu queixo.
Tirei os pés do ‘puff’ e tratei de ir até o telefone, mas caí no chão...
Levantei-me apoiando em uma cadeira e caminhei devagar até o telefone para chamar a emergência.
Disse-lhes que acreditava que estava tendo um ataque cardíaco e descrevi meus sintomas. Tratando de manter a calma, informei o que se passava comigo. Eles me disseram que viriam imediatamente e me aconselharam deitar-me perto da porta, depois de destrancá-la para que pudessem entrar e me localizar rapidamente.
Segui suas instruções, me deitei no chão e, quase imediatamente, perdi os sentidos.
Acordei com o cardiologista me informando que havia introduzido um pequeno balão em minha artéria femoral para instalar dois *stents* que mantivessem aberta minha artéria coronária do lado direito.
Graças às minhas explicações precisas, os médicos já estavam esperando prontos para atender-me adequadamente quando cheguei ao hospital.
- DICAS IMPORTANTES:
*1.*Dizem que muito mais mulheres que homens morrem em seu primeiro (e último) ataque cardíaco porque não identificam os sintomas e/ou os confundem com os de uma indigestão. CHAMEM a AMBULÂNCIA, se sentem que seu corpo experimenta algo estranho. Cada um conhece o estado natural (normal) de seu corpo. Mais vale uma falsa emergência do que não se atrever a chamar, e perder a vida...
*2.*Notem que disse 'chamem os Paramédicos/ambulância'. AMIGAS, o tempo é importante e as informações precisas também.
*3.*Não acreditem que não possam sofrer um ataque cardíaco porque seu colesterol é normal ou nunca tiveram problemas cardíacos...
Os ataques cardíacos são o resultado de um stress prolongado que faz que nosso sistema segregue toda classe de hormônios daninhos que inflamam as artérias e tecido cardíaco.. Por outro lado, as mulheres que estão entrando na menopausa ou já a ultrapassaram, perdem a proteção que lhes brindava o estrogênio, por isso correm risco de sofrer mais problemas cardíacos do que os homens.
Um cardiologista disse que se todos os que receberem este e-mail o enviarem a 10 mulheres, poderemos estar certos de que ao menos UMA vida se salvará. Por isto, seja bom amigo e envie este artigo a todas as mulheres que lhe são tão queridas...
*Água Antes de Dormir**
Cerca de 90% dos ataques de coração ocorre de manhã cedo e pode ser minimizado se tomarmos um ou dois copos de água (NÃO bebida alcoólica ou cerveja) antes do repouso da noite.
Eu sabia que a água é importante, mas nunca soube sobre as horas especiais para bebê-la.
Bebendo água na hora correta, maximizas a sua efetividade no corpo humano:
- 1 copo de água depois de acordar - ajuda a ativar os órgãos internos.
- 1 copo de água 30 minutos antes de uma refeição - ajuda a digestão.
- 1 copo de água antes de tomar um banho - ajuda a baixar a pressão sanguínea.
- 1 copo de água antes de ir para a cama - evita um derrame cerebral ou ataque de coração.
Por favor, passe isto para as pessoas com as quais v. se preocupa...
Sabendo (marido e filhos também), evita-se mortes na família.
Comente, pois valerá uma vida, quando precisar.
"... Ela comentou que não se sentia bem ... Doíam-lhe as costas ... foi deitar-se um pouco até que passasse. Mais tarde, quando fui ver como ela estava, encontrei-a sem respiração: não a puderam reviver..."
Isso foi o que comentou o marido dela com o médico, no Hospital.
Eu sabia que os ataques cardíacos nas mulheres são diferentes, mas nunca imaginei nada como isto.
Sabias que os ataques cardíacos nas mulheres raramente apresentam os mesmos sintomas dramáticos que anunciam o infarto nos homens ? Refiro-me à dor intensa no peito, o suor frio e o desfalecimento (desmaio, perda de consciência) súbito que eles sofrem e que vemos representados em muitos filmes.
Para que saiba como é a versão feminina do infarto, uma mulher que experimentou um ataque cardíaco vai-nos contar a sua história:
'Eu tive um inesperado ataque do coração por volta de 22h30, sem haver feito nenhum esforço físico exagerado nem haver sofrido algum trauma emocional que pudesse desencadeá-lo.
Estava sentada muito agasalhadinha, com meu gato nos joelhos e vendo novela.
Um pouco mais tarde, senti uma horrível sensação de indigestão, como quando estando com pressa - comemos um sanduíche, engolindo-o com pouca água.
Esta foi minha sensação inicial... O único problema era que eu NÃO HAVIA comido NADA desde as 17h00...
Depois, desapareceu esta sensação e senti como se alguém me apertasse a coluna vertebral (pensando bem, agora acredito que eram os espasmos em minha aorta). Logo, a pressão começou a avançar para o meu esterno (osso de onde nascem as costelas no peito). O processo continuou até que a pressão subiu à garganta e a sensação correu, então, até alcançar ambos os lados de meu queixo.
Tirei os pés do ‘puff’ e tratei de ir até o telefone, mas caí no chão...
Levantei-me apoiando em uma cadeira e caminhei devagar até o telefone para chamar a emergência.
Disse-lhes que acreditava que estava tendo um ataque cardíaco e descrevi meus sintomas. Tratando de manter a calma, informei o que se passava comigo. Eles me disseram que viriam imediatamente e me aconselharam deitar-me perto da porta, depois de destrancá-la para que pudessem entrar e me localizar rapidamente.
Segui suas instruções, me deitei no chão e, quase imediatamente, perdi os sentidos.
Acordei com o cardiologista me informando que havia introduzido um pequeno balão em minha artéria femoral para instalar dois *stents* que mantivessem aberta minha artéria coronária do lado direito.
Graças às minhas explicações precisas, os médicos já estavam esperando prontos para atender-me adequadamente quando cheguei ao hospital.
- DICAS IMPORTANTES:
*1.*Dizem que muito mais mulheres que homens morrem em seu primeiro (e último) ataque cardíaco porque não identificam os sintomas e/ou os confundem com os de uma indigestão. CHAMEM a AMBULÂNCIA, se sentem que seu corpo experimenta algo estranho. Cada um conhece o estado natural (normal) de seu corpo. Mais vale uma falsa emergência do que não se atrever a chamar, e perder a vida...
*2.*Notem que disse 'chamem os Paramédicos/ambulância'. AMIGAS, o tempo é importante e as informações precisas também.
*3.*Não acreditem que não possam sofrer um ataque cardíaco porque seu colesterol é normal ou nunca tiveram problemas cardíacos...
Os ataques cardíacos são o resultado de um stress prolongado que faz que nosso sistema segregue toda classe de hormônios daninhos que inflamam as artérias e tecido cardíaco.. Por outro lado, as mulheres que estão entrando na menopausa ou já a ultrapassaram, perdem a proteção que lhes brindava o estrogênio, por isso correm risco de sofrer mais problemas cardíacos do que os homens.
Um cardiologista disse que se todos os que receberem este e-mail o enviarem a 10 mulheres, poderemos estar certos de que ao menos UMA vida se salvará. Por isto, seja bom amigo e envie este artigo a todas as mulheres que lhe são tão queridas...
*Água Antes de Dormir**
Cerca de 90% dos ataques de coração ocorre de manhã cedo e pode ser minimizado se tomarmos um ou dois copos de água (NÃO bebida alcoólica ou cerveja) antes do repouso da noite.
Eu sabia que a água é importante, mas nunca soube sobre as horas especiais para bebê-la.
Bebendo água na hora correta, maximizas a sua efetividade no corpo humano:
- 1 copo de água depois de acordar - ajuda a ativar os órgãos internos.
- 1 copo de água 30 minutos antes de uma refeição - ajuda a digestão.
- 1 copo de água antes de tomar um banho - ajuda a baixar a pressão sanguínea.
- 1 copo de água antes de ir para a cama - evita um derrame cerebral ou ataque de coração.
Por favor, passe isto para as pessoas com as quais v. se preocupa...
segunda-feira, 11 de março de 2013
terça-feira, 5 de março de 2013
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